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O Povo Brasileiro: A Formação e o Sentido do Brasil

Obra magistral de Darcy Ribeiro, um dos maiores antropólogos brasileiros, “O Povo Brasileiro” é uma tentativa de compreender quem somos, o que somos e a importância do nosso país. Este clássico retrata o inconformismo pela desigualdade social e percorre a história da formação da civilização brasileira.

Da editora

Darcy Bibeiro Darcy Bibeiro

O Brasil Como Problema

É urgente modernizar o Brasil. Esta necessidade, muitas vezes bradada por governantes em suas campanhas políticas, é enfrentada por Darcy Ribeiro com bravura e sabedoria neste O Brasil como Problema. Ainda que enxergue e exponha claramente os percalços da aventura da formação histórico-social brasileira, é com fé no futuro que Darcy Ribeiro projeta os próximos passos de sua nação.

Em sua visão, em que pesem as tragédias políticas, sociais e econômicas perpetradas por reis, por presidentes e por nossas elites ao longo dos tempos, a sociedade brasileira não está fadada ao fracasso eterno e também não pode imputar totalmente aos nossos antepassados as agruras com as quais hoje convive.

Um outro porvir é possível.

A viabilidade deste mistério chamado Brasil está exposta com nitidez neste livro. Um enigma que só uma mente prodigiosa e indignada como a de Darcy Ribeiro seria capaz de desvendar.

O Brasil Como ProblemaO Brasil Como Problema

Crise ética e política

“Uma funda preocupação ética percorre a nação brasileira. É a consciência, afinal alcançada, de que em nosso país tudo se deteriora e se degrada. A própria normalidade institucional vai se tornando uma anormalidade”.

O Brasil como Problema – Darcy Ribeiro

Darcy Ribeiro Darcy Ribeiro

O Estado Necessário

Acusam o Estado brasileiro de um crescimento abusivo que precisaria ser podado para não asfixiar o empresariado.

Querem o Estado mínimo dos neoliberais, socialmente irresponsável e servilmente confiante nas funções do mercado aberto como promotor do progresso. Um Estado imune ao clamor popular por emprego, casa e comida. Um Estado incapaz de intervenção na economia que não seja para beneficiar os ricos.

O Brasil Como Problema – Darcy Ribeiro

Conheça a vasta produção de Darcy Ribeiro.

O Povo Brasileiro O Povo Brasileiro

Diários Índios Diários Índios

Os Índios e a Civilização Os Índios e a Civilização

Configurações Histórico Configurações Histórico

O Povo Brasileiro

Obra magistral, e o maior desafio de Darcy Ribeiro, O povo brasileiro é uma tentativa de compreender quem somos, o que somos e a importância do nosso país.

Talvez uma tarefa dura, mas imprescindível, pois segundo Darcy:

“Este é um livro que quer ser participante, que aspira a influir sobre as pessoas e ajudar o Brasil a encontrar-se a si mesmo”.

Diários Índios

Organizador do Museu do Índio e responsável pelo plano de criação do Parque Indígena do Xingu, o antropólogo conheceu como poucos a alma daqueles que habitavam o Brasil antes da chegada dos europeus.

Com uma linguagem fluente e de maneira bastante despretensiosa, o livro traz os registros de duas temporadas de Darcy Ribeiro entre os anos de 1949 e 1951 entre os Urubus-Kaapor, em plena região amazônica,

Além de aspectos cruciais sobre a economia dos Urubus-Kaapor, sua rica tradição oral, suas ligações com os elementos da natureza, suas relações de parentesco, suas práticas de caça, pesca e coleta, todo um sistema de valores, enfim, que compunham os modos de vida deste importante grupo étnico.

Os Índios e a Civilização

Os índios e a civilização é obra da maturidade intelectual de Darcy Ribeiro. No livro, ele analisa com profundidade as relações entre as etnias indígenas e o contingente populacional em processo de expansão de novas áreas no território brasileiro ao longo da primeira metade do século XX. O objetivo da reflexão de Darcy é expor de forma bem fundamentada – ladeado pelo conhecimento de quem compreendeu a diversidade dos povos indígenas com rara clarividência – como os primeiros habitantes do Brasil lidaram com a o crescimento da pecuária, da agricultura e com o avançado processo de urbanização ocorrido no país no período. Ao mesmo tempo em que Darcy flagra as marcas do extermínio dos povos indígenas neste movimento de inserção deles na moderna sociedade brasileira, ele visualiza as formas de adaptação que possibilitariam sua sobrevivência e a perpetuação de seu rico legado.

Configurações Histórico – Culturais

O dinamismo do pensamento de Darcy Ribeiro sempre foi objeto de intensas polêmicas. A cada artigo ou livro que brotava de suas pesquisas e reflexões, ânimos e mentes nunca permaneciam indiferentes. Os dois ensaios do antropólogo que compõem este Configurações histórico-culturais dos povos americanos aparecem aqui devidamente analisados por intelectuais brasileiros e estrangeiros de peso que, no início dos anos 1970, foram convidados a expor suas impressões acerca das ideias de Darcy sobre as disparidades que pautaram a formação dos povos no continente americano e acerca de etapas fundamentais que vincaram a evolução sociocultural da humanidade.

Editora ‏ : ‎ Global Editora; Português edição (10 abril 2023)
Idioma ‏ : ‎ Português
Capa comum ‏ : ‎ 368 páginas
ISBN-10 ‏ : ‎ 8526022253
ISBN-13 ‏ : ‎ 978-8526022256
Idade de leitura ‏ : ‎ 18 anos e acima
Dimensões ‏ : ‎ 22.8 x 15.6 x 1.6 cm

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Vidas secas de Graciliano Ramos

Vidas secas é reconhecidamente o mais importante livro de Graciliano Ramos e um dos maiores clássicos da literatura nacional. Publicado pela primeira vez em 1938, o aclamado livro retrata a vida miserável de uma familia de retirantes em sua peregrinação pelo sertão nordestino. Se tornando uma das obras-símbolo do modernismo literário brasileiro, Vidas secas é um retrato atual, emocionante e cruelmente verdadeiro sobre o Brasil.

 

Graciliano Ramos nasceu em 1892, no interior de Alagoas, e cresceu na fazenda do pai antes de se mudar para a capital do estado e, posteriormente, para o Rio de Janeiro, onde começou a trabalhar na imprensa. Em 1937, foi preso sob vagas acusações de defender ideologias comunistas. Ao deixar a prisão, procurou trabalho como jornalista em um jornal do Rio de Janeiro. O editor então lhe permitiu publicar um texto curto, e Graciliano escreveu um conto chamado “Baleia”, sobre o sofrimento e a morte da cachorrinha de uma família de retirantes sertanejos. O conto fez sucesso e o jornal encomendou outros no mesmo estilo. Graciliano produziu então um conto para cada membro da família: o pai, a mãe e os dois filhos. Nascia assim Vidas secas, narrado em terceira pessoa, com treze capítulos que, por não terem uma linearidade temporal, podem ser lidos fora de ordem, como contos.

Lançado originalmente em 1938, Vidas secas retrata a vida miserável de uma família de retirantes sertanejos obrigada a se deslocar de tempos em tempos para áreas menos castigadas pela seca. O pai, Fabiano, caminha pela paisagem árida da caatinga do Nordeste brasileiro com a sua mulher, Sinha Vitória, e os dois filhos, que não têm nome, sendo chamados apenas de “filho mais velho” e “filho mais novo”. São também acompanhados pela cachorrinha da família, Baleia, cujo nome é irônico, pois a falta de comida a fez muito magra.

Vidas secas pertence à segunda fase modernista da literatura brasileira, conhecida como “regionalista” ou “romance de 30”. Denuncia fortemente as mazelas do povo brasileiro, principalmente a situação de miséria do sertão nordestino. É o romance em que Graciliano alcança o máximo da expressão que vinha buscando em sua prosa: o que impulsiona os personagens é a seca, áspera e cruel, e paradoxalmente a ligação telúrica, afetiva, que expõe naqueles seres em retirada, à procura de meios de sobrevivência e um futuro.

Editora ‏ : ‎ Record; 159ª edição (4 fevereiro 2019)
Idioma ‏ : ‎ Português
Capa comum ‏ : ‎ 176 páginas
ISBN-10 ‏ : ‎ 8501114782
ISBN-13 ‏ : ‎ 978-8501114785
Dimensões ‏ : ‎ 20.8 x 13.8 x 1 cm

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50 Obras-Primas Da Literatura Brasileira

Indice

1. Cláudio Manuel da Costa – Sonetos (1768)
2. Tomás Antônio Gonzaga – Marilia de Dirceu (1792)
3. Manuel Antônio de Almeida – Memórias de um Sargento de Milícias (1852)
4. Basílio da Gama – O Uraguai (1769)
5. Joaquim Manuel de Macedo – A Moreninha (1844)
6. Goncalves Dias – Primeiros Cantos (1846)
7. Gonçalves Dias – I-Juca-Pirama (1851)
8. Álvares de Azevedo – Lira dos Vinte Anos (1853)
9. Álvares de Azevedo – Noite na Tarverna (1855)
10. José de Alencar – O Guarani (1857)
11. José de Alencar – O Demônio Familiar (1858)
12. Casimiro de Abreu – As Primaveras (1859)
13. José de Alencar – Lucíola (1862)
14. Tomás Antônio Gonzaga – Cartas Chilenas (1863)
15. Machado de Assis – Crisálidas (1864)
16. José de Alencar – Iracema (1865)
17. Qorpo Santo – Teatro (1866)
18. Sousândrade – O Guesa (1871)
19. Visconde de Taunay – Inocência (1872)
20. Machado de Assis – A Mão e a Luva (1874)
21. Bernardo Guimarães – A Escrava Isaura (1875)
22. José de Alencar – Senhora (1875)
23. Machado de Assis – Iaiá Garcia (1878)
24. Machado de Assis – Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881)
25. Machado de Assis – Papéis avulsos (1882)
26. Castro Alves – Os Escravos (1883)
27. Raul Pompeia – O Ateneu (1888)
28. Aluísio Azevedo – O Cortiço (1890)
29. Machado de Assis – Quincas Borba (1891)
30. Adolfo Caminha – A Normalista (1893)
31. Cruz e Sousa – Broqueis (1893)
32. Machado de Assis – Dom Casmurro (1899)
33. Joaquim Nabuco – Minha formação (1900)
34. Euclides da Cunha – Os Sertões (1902)
35. Graça Aranha – Canaã (1902)
36. Olavo Bilac – Poesias Infantis (1904)
37. Cruz e Sousa – Últimos Sonetos (1905)
38. Machado de Assis – Memorial de Aires (1908)
39. João do Rio – A Alma Encantadora das Ruas (1908)
40. Lima Barreto – Recordações do Escrivão Isaías Caminha (1909)
41. João Simões Lopes Neto – Contos Gäuchescos (1912)
42. Augusto dos Anjos – Eu (1912)
43. Castro Alves – Espumas Flutuantes (1913)
44. Lima Barreto – Triste Fim de Policarpo Quaresma (1915)
45. Monteiro Lobato – Urupês (1918)
46. Mário de Andrade – Paulicéia Desvairada (1922)
47. Lima Barreto – Os Bruzundangas (1922)
48. Lima Barreto – Clara dos Anjos (1923)
49. Alcântara Machado – Brás, Bexiga e Barra Funda (1927)
50. Mário de Andrade – Macunaíma (1928)

ASIN ‏ : ‎ B0BW4FSDCT
Editora ‏ : ‎ Storyday (17 fevereiro 2023)
Idioma ‏ : ‎ Português
Tamanho do arquivo ‏ : ‎ 9760 KB
Leitura de texto ‏ : ‎ Habilitado
Leitor de tela ‏ : ‎ Compatível
Configuração de fonte ‏ : ‎ Habilitado
Dicas de vocabulário ‏ : ‎ Não habilitado
Número de páginas ‏ : ‎ 10239 páginas

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